Os melhores e piores investimentos de 2018

O ano de 2018 pode não ter sido excepcional, mas, uma coisa é certa: é difícil encontrar algum investidor que esteja insatisfeito com os resultados obtidos no ano passado.
Afinal, embora as ações brasileiras não tenham repetido o desempenho observado em 2016 e 2017, ainda assim observaram uma valorização substancial, de cerca de 15%, e, no acumulado de 36 meses, o Ibovespa, nosso principal índice acionário, se valorizou mais de 100%.
Por outro lado, aqueles que apostaram na alta do dólar ou em investimentos mais conservadores, como o outro, viram suas carteiras se valorizarem 17,83% e 15,54%. Nada mau, não é mesmo?
Por fim, aqueles que apostaram na segurança da renda fixa, em títulos pré-fixados e em títulos indexados ao IPCA, viram seu patrimônio aumentar entre 10% e 15%.

Ou seja, 2018 atendeu a todos os gostos, e não temos do que reclamar.
Confira:

Dólar comercial: +17,83%
Ouro: +15,54%

Índice Ibovespa: +15,03%
Fundos de Ações/Dividendos: +12,94% 
Fundos de Ações: +11,95%
Fundos de Investimento no Exterior (ações): +9,25%

Quanto aos índices setoriais (cuja valorização histórica você encontra aqui):

Índice de Materiais Básicos (IMAT): +28,58%
Índice Financeiro (IFNC): +26,26%

Índice de Dividendos (IDIV): +15,95%
Índice de Samll Caps (SMLL): +8,13%
Índice Imobiliário (IMOB): +6,99%
Índice Industrial (INDX): +0,05%
Índice de Consumo (ICON): -9,57%

Por outro lado, a renda fixa apresentou os seguintes resultados:

Fundos de Renda Fixa Indexados: +9,10% 
Tesouro Selic 2021 (LFT): +6,31% 
Fundos de Renda Fixa: +5,30%
Poupança: +4,62% 

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